Hirta, parada.
Olhando uma sombra distante...
De alma despedaçada,
Despedindo-se do seu amante.
A lágrima a escorrer
Dum corpo no escuro,
Num bêco vem morrer
Um amor inseguro.
Ele está longe
Longe da verdade,
Ela assemelha-se a um monge
Ela é realidade.
O que será que teus olhos vêm?
Realidade será?
É real a aparência que tudo tem?
Que realidade a aparência terá?
No fundo são um casal de ilusionistas sempre presentes:
Ela é vista e ele procurado,
Um casal fora do comum, ambos diferentes
Sem comentários:
Enviar um comentário