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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Bliss

I know I don't need to tell you I love you. You know that already. You feel it, by the way I look, treat or touch you. But even though I've said it a thousand times, I just want to remember you, I LOVE YOU. 

Every breath. Every hour I spend watching you sleep. Making love to you a dozen times. Spending the whole weekend with you. Sleeping n your bed. Making love in your sheets. Getting to pet your dog. Meeting your parents. Strolling in your house. Talking with your parents. Listening to you, bonding with my dad. Having dinner together. It's perfect. It's love. And I'm grateful for having you in my life.  

Happy "monthiversary" baby! :') 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

E mais além.

O fim de semana foi delicioso! Sabado, aproveitando a saída do meu pai, decidi cozinhar para o meu pianista. 
Creme de cogumelos, filetes de pato com salada de parmesão a acompanhar e mousse de lima para um remate digestivo. Estava mesmo au point e serviu para impressionar o meu namorado. 

(Por falar em NAMORADO, é coisa a que me habituei a chamar. Finalmente. E sabe tão bem que não me canso de o dizer. Moving on...)

Não houve coisa mais fantástica que vermos um filme com a minha cabeça no seu peito, para no fim, trocarmos mimos e adormecermos colados um ao outro. Acho que nunca consegui aguentar uma noite assim, agarrada a alguém. Há sempre uma primeira vez para tudo! :)

No Domingo de manhãzinha equipámo-nos e montámos a Safira a caminho da ExpoSalão na Batalha, não sem antes nos juntarmos ao grupo com quem tínhamos organizado o caminho. Foi um admirável mundo novo para mim. Fantástico mesmo. E adorei. Pela EXPOMOTO ainda comprei o meu casaquinho novo de Cordura com as protecções adequadas, da mesma marca que a do namorado mas em preto e azul - esta ultima precisamente a cor da Safira. 

Os problemas começaram pouco depois. 
O meu pai tinha-nos convidado a visitar a casa do seu amigo nas Caldas da Rainha. Aliás, o que ele fez mesmo, foi moer-me o juízo para ver se eu cedia e ia com ele no sábado. Cedi o Domingo, combinando que assim que estivesse pronta, íamos ter com ele.

A contragosto, o pianista lá acedeu. Eu não devia ter insistido. Moí-lhe a paciência, fiquei eu em cheque pelas birras do meu pai. Curva, contracurva. Paragem para a Saphi arrefecer. Chegamos 2 horas depois do previsto. Já estava tudo de saída. Foi um flop. E senti-me culpada por arrastá-lo para as tretas do meu pai. Ele já podia estar descansado em casa e estava ali, comigo a chorar como uma miúda parva. 

Mas ele foi paciente. E carinhoso. Tudo aquilo que eu precisava. E mais além. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Os altos, os baixos

Duas semanas depois, a minha vida é caótica. 
As coisas com o sr. professor têm corrido às mil maravilhas, não obstante existirem algumas arestas a limar. Coisas a que não estou habituada e que me dão um certo receio. 
Ontem apercebi-me de algo importantíssimo: tenho de me entregar menos. Não que ele não mereça, mas se assim não for, vou desgastar. Vamo-nos desgastar. E é bom demais para eu querer que isso aconteça. 

Sinceramente, nunca conheci um homem assim. É muito muito semelhante ao meu sonho de homem. Trata-me bem, cuida de mim e vê-se que é louco por mim. Será o suficiente para durar? Só o tempo o dirá. 

Por falar em tempo, tem estado uma chuva desagradável. Combina perfeitamente com o mau feitio do meu pai, que me tem levado quase à loucura. Por vezes, a situação é tão desagradável que só me apetece chorar. E como não consigo ficar calada, a situação frequentemente escala. E o pior é que ele agora decidiu fazer uma birra de menino mimado e deixou de me falar. Enfim. 

Igualmente desconfortável, foi deixar o Thèo de vez. Nunca o quis magoar, embora o tenha feito. 
E ainda que inicialmente o discurso dele tenha apontado a possibilidade de ficarmos amigos, ele deixou de me falar. É extremamente triste pensar que chegámos a este ponto. Com tantos altos, milhões de baixos, promessas de amor incondicional e ausência de resposta. Ausência de comunicação.