Mostrar mensagens com a etiqueta parenting. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta parenting. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de abril de 2014

E mais além.

O fim de semana foi delicioso! Sabado, aproveitando a saída do meu pai, decidi cozinhar para o meu pianista. 
Creme de cogumelos, filetes de pato com salada de parmesão a acompanhar e mousse de lima para um remate digestivo. Estava mesmo au point e serviu para impressionar o meu namorado. 

(Por falar em NAMORADO, é coisa a que me habituei a chamar. Finalmente. E sabe tão bem que não me canso de o dizer. Moving on...)

Não houve coisa mais fantástica que vermos um filme com a minha cabeça no seu peito, para no fim, trocarmos mimos e adormecermos colados um ao outro. Acho que nunca consegui aguentar uma noite assim, agarrada a alguém. Há sempre uma primeira vez para tudo! :)

No Domingo de manhãzinha equipámo-nos e montámos a Safira a caminho da ExpoSalão na Batalha, não sem antes nos juntarmos ao grupo com quem tínhamos organizado o caminho. Foi um admirável mundo novo para mim. Fantástico mesmo. E adorei. Pela EXPOMOTO ainda comprei o meu casaquinho novo de Cordura com as protecções adequadas, da mesma marca que a do namorado mas em preto e azul - esta ultima precisamente a cor da Safira. 

Os problemas começaram pouco depois. 
O meu pai tinha-nos convidado a visitar a casa do seu amigo nas Caldas da Rainha. Aliás, o que ele fez mesmo, foi moer-me o juízo para ver se eu cedia e ia com ele no sábado. Cedi o Domingo, combinando que assim que estivesse pronta, íamos ter com ele.

A contragosto, o pianista lá acedeu. Eu não devia ter insistido. Moí-lhe a paciência, fiquei eu em cheque pelas birras do meu pai. Curva, contracurva. Paragem para a Saphi arrefecer. Chegamos 2 horas depois do previsto. Já estava tudo de saída. Foi um flop. E senti-me culpada por arrastá-lo para as tretas do meu pai. Ele já podia estar descansado em casa e estava ali, comigo a chorar como uma miúda parva. 

Mas ele foi paciente. E carinhoso. Tudo aquilo que eu precisava. E mais além. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Os altos, os baixos

Duas semanas depois, a minha vida é caótica. 
As coisas com o sr. professor têm corrido às mil maravilhas, não obstante existirem algumas arestas a limar. Coisas a que não estou habituada e que me dão um certo receio. 
Ontem apercebi-me de algo importantíssimo: tenho de me entregar menos. Não que ele não mereça, mas se assim não for, vou desgastar. Vamo-nos desgastar. E é bom demais para eu querer que isso aconteça. 

Sinceramente, nunca conheci um homem assim. É muito muito semelhante ao meu sonho de homem. Trata-me bem, cuida de mim e vê-se que é louco por mim. Será o suficiente para durar? Só o tempo o dirá. 

Por falar em tempo, tem estado uma chuva desagradável. Combina perfeitamente com o mau feitio do meu pai, que me tem levado quase à loucura. Por vezes, a situação é tão desagradável que só me apetece chorar. E como não consigo ficar calada, a situação frequentemente escala. E o pior é que ele agora decidiu fazer uma birra de menino mimado e deixou de me falar. Enfim. 

Igualmente desconfortável, foi deixar o Thèo de vez. Nunca o quis magoar, embora o tenha feito. 
E ainda que inicialmente o discurso dele tenha apontado a possibilidade de ficarmos amigos, ele deixou de me falar. É extremamente triste pensar que chegámos a este ponto. Com tantos altos, milhões de baixos, promessas de amor incondicional e ausência de resposta. Ausência de comunicação.