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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Para os menos apaixonados...

























... e mais... práticos. ;)

Recebi os mais fantásticos presentes de Natal do homem que me quer conquistar. São boas dicas para qualquer rapaz bem-disposto que queira ter um momento de boa-disposição.

Um perfume - para ele me encontrar de olhos vendados.
Um vestido preto - para despir.
Um corpete negro/cinza/translúcido - para despir.
Duas cuequinhas de renda muito sensuais - para...enfim...

Como é que posso não adorar o Natal?

Feliz Natal para todos! ;)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pecados...

















Um amigo há uns tempos disse-me que os meus joelhos fascinavam-no. Confessei-lhe que o segredo era gostar de fazer surpresas ajoelhada.

O factor surpresa sempre foi algo que adorei nos homens: quando confesso os meus pecados e quando os cometo.

Acho que essa surpresa até tem uma dose altamente calórica de êxtase.

Não me considero de todo uma maneater. Bem...só um bocadinho...
Mas gosto de coisas novas, coisas arrojadas. Manter muito chilli na relação. Muito mesmo.
E isso inclui botas de cano alto combinadas com gabardines, ou uma fotografia ocasional ao meio do dia para deixar saudades, um set de stillettos combinados com pura nudez ou um corpete que lhes faça justiça e por vezes um interessantíssimo ar de colegial...má, muito má.

Gosto de pecar e não tenho medo de o dizer. E gosto também de pecar com alguém que saiba pecar, portanto ontem li um artigo fantástico (do Tim Ferris) sobre como deixar uma mulher louca (recomendo vivamente a leitura). E não, não é com gemidos pornográficamente falsos e afins. É o real deal.
É claro que ninguém nasce ensinado e a experiência é algo crucial mas...há coisas que os homens deviam saber a priori. E isso também se aplica às mulheres. O melhor nunca é perguntar se se está a gostar, mas sim se está a ser bom assim ou se se prefere com mais ou menos intensidade, etc.

Portanto percam os vossos pudores - homens e mulheres - e aprendam a pecar sem qualquer tabu.

P.S.- Parabéns Jeanne! Um pouco atrasados, já que és filha da independência, mas muito sinceros e cheios do carinho intemporal de uma amizade como a nossa!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Armani - sempre intemporal


Enquanto a Jeanne sonhava com o Porto, eu sonhava com fatos Armani. Ou melhor... tentava sonhar!

É que no fim de semana apareceu-me um rapaz, caído do céu, vestido de Armani que lhe realçava tudo de bom. E ele tinha muito de bom.
Recebi-o com um ar naif, de camisa branca, saltos altos e uma gravata branca de riscas vermelhas, a combinar com os sapatos que me deixaram as pernas, segundo as palavras dele, irresistíveis.

Portanto um brinde a fatos Armani, a homens fascinantes que os vestem e claro... a noites passadas em claro a conversar na melhor língua do mundo...SEXO.

E sim, eu adoro o Bale. Aquele ar de bad boy é simplesmente irresistível. Mesmo de...Armani ;)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fotografia



No outro dia estava a folhear uma velha Happy Woman que tinha no escritório. Para quem trabalha em moda, o mundo não pára, não há tempo para respirar.

Temos de ter sempre inspiração para fazermos o que fazemos, para deliciar os nossos leitores.

Debrucei-me sobre a revista para ver se inspirava um espírito novo que me ajudasse naquele dia que já tinha começado horrivelmente.

Bastou o editorial para começar a sorrir. Consistia numa enumeração de coisas que a autora gostava. E lembrei-me de algo que gosto muito muito: fotografia.

Em miúda, entre querer ser bailarina e jardineira, quis ser fotógrafa. É que já com uns 12 anos adorava fotografia. Especialmente de nus.

Não tenho medo nem tenho tabus. Adoro sexualidade, sexo, sensualidade e tudo o que abraça o mundo místico do pecado. Sou daquelas pessoas que simplesmente gosta de apreciar a perfeição do corpo humano, a beleza que dele emana e sobretudo a sensualidade dos corpos.

Há nus melhores que outros, e há uns mais reveladores que outros, mas os meus favoritos são os que ocultam o mais íntimo atrás de obstáculos bem posicionados que nos obrigam a fazer deambular a imaginação. E também adoro os que mostram tudo, mas numa naturalidade, como se não fosse coisa de outro mundo, como se fôssemos e andássemos todos assim.


EU GOSTO DE NUS


E vocês, do que é que gostam?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Versus



A minha querida mãe, sempre foi uma puritana do piorio.
E eu era a miúda que aos 16 se recusou a usar cuequinhas com coelhinhos, ursos e demais.
Não. Eu queria o poder da lingerie. E ela lá teve de ceder.
Anos depois, continuo fiel ao poder da lingerie, muralha de separação entre a menina e a mulher.
Não há Mulher que não fique com um ar satisfeito a olhar-se ao espelho com um corpete. Mas cuidado: se a flexibilidade não é muita (ainda bem que eu sou adepta do Yoga), apertar um corpete nas costas pode ser um desafio um pouco tricky.
É por isso que acabo por ser uma fã do semi-corpete. Consegue ser tão ou mais sensual que o corpete, nota-se menos por baixo de um vestido justo e é tão, mas tão, mais elegante...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O segredo está na chuva


Símbolo urbano na altura em que o sol se esconde atrás da chuva, uma trench, quando bem usada e com um comprimento razoável, consegue dar um toque chic a qualquer mulher com umas curvas de merecer destaque.

A Jeanne tem uma branca comprida e oleada. Um pouco pesada para o meu gosto. Combinada com aquelas botas novas que lhe ultrapassam o joelho e lhe dão uma altura mais que Oh la la, fica ecstatic.
A minha é preta, delineando mais o meu corpo magro. Combino também com as minhas próprias botas sobre o joelho, embora as minhas cheguem um pouco mais acima, sem serem tão versáteis como as da Jeanne.

E porquê?


Porque têm o melhor papel que lhes poderia dar. Não: não servem para desfilar nas ruas de Lisboa.

Servem para prender naquele cinto de ligas que o meu actual namorado tanto adora.
E claro, a trench preta também tem um papel essencial no jogo de sedução que faço com o R.: escondem a nudez, (ou quase ;), do comum transeunte, que ao me ver passar em direcção ao escritório do R., não faz a mínima ideia, que a rapariga com a qual se cruza, está vestida para uma escapadela de prazer.

Portanto, para quem não gosta de chuva, devo dizer, que há tanto que está a perder...

sábado, 16 de outubro de 2010

Crazy




No dia em que a conheci, pensei que fosse assim uma loonie ou algo do género.
Era uma miúda, mesmo miúda. Porra! Tinha menos 9 anos que eu. Mas naquele momento a miúda leu-me a vida toda, o perfil inteiro e fez de psiquiatra. Achei-a um máximo. Que iria longe, a miúda.

Passaram-se 7 anos e estou pasmada com a evolução.
Ela era despenteada, gordinha, um caos ambulante. Não me julguem por isto: eu sempre andei nos cabeleireiros e a vestir os últimos gritos da moda. Aos 22, então, já lia Vogues e isto e aquilo. O jornalismo de moda já era uma obsessão, um namoro que dera frutos.

Mas a miúda não. 13 anos e ainda tinha muito para viver, um futuro para delinear.
Hoje, eu com 29, ela com 20, vejo as diferenças. O que o tempo mudou.

Emotiva,
as always, a miúda fez-se mulher. Já se pinta, já tem uns vestidos muito decentes que a põem muito lady.


Uma vez estávamos num café da Guerra Junqueiro,
O Astro, favorito dela pelos doces e afins (sim, eu sou daquelas que não permite um grama de gordura nas refeições), ela olhou para uma montra que se via da esplanada e disse-me que queria ser uma lady. Ri-me.
"Queres que te arranje um príncipe inglês é?". A miúda só disse que queria ser uma mulher e parar de ser rejeitada. Achei-lhe piada. Tinha 17 na altura e achava-se uma vítima por só ter amigos. Mal sabia ela que o príncipe lhe cairia do céu.

De todo o modo, hoje encho-me de orgulho. Tirando umas imperfeições, que vêm da absoluta incapacidade de poupar tuscos para comprar uns
outfits que variem mais, a miúda já é mulher, já tem 20 aninhos e deixou de ser um caos ambulante para ser uma mulher impressionante.
Não deixa, no entanto, de saber mais do que eu sobre relações humanas. Estranho como o mundo é...

[Crazy - Alanis Morisette ft. Seal para O Diabo Veste Prada já que também tu vives naquele burburinho metropolitano, no orgulho de ser uma mulher poderosa e ao mesmo tempo nos braços do teu próprio Nate]

domingo, 10 de outubro de 2010

O Culto

A Jeanne convidou-me para escrever as minhas aventuras e desventuras.
Ao princípio a minha sobrancelha demonstrou o meu descrédito com o convite.
"Faz-te bem", disse-me ela. "E sempre adorei as tuas histórias e a forma simples como contavas as tuas sex-tales sem qualquer vergonha na cara."

Foi assim que eu cá cheguei. Porque fiz-me com O Culto.
Sou completamente uma rapariga Sexo e a Cidade, apesar de ainda estar longe dos quarenta, e actualmente gostar de comentar mais política e filosofia, que as nova colecção da Gucci (embora o faça como ossos do ofício).

Eu e a Jeanne conhecemo-nos há muito. Ela é um híbrido entre a Samantha, a Miranda e a Charlotte. Ousada, Altiva e Emotiva.
Eu sou simplesmente Carrie. Mas com uma ousadia um pouco Samanthiana.

De todo o modo, mudei-me de armas e bagagens para o Eléctrico. Trouxe os stilettos, os pumps, os corpetes e as trench's. E comigo, trouxe também O Culto. ;)