É certo e sabido que adoro Air.
No meu baú de recordações, os Air guardam lugar junto a algumas das minhas melhores memórias. E a dupla francesa já esteve em Portugal pelo menos duas vezes, a última a 16 de Janeiro deste ano.
É sábado e está um dia de sol e um calor imenso, especialmente para mim, cujo sangue báltico me torna especialmente sensível à subida de temperaturas.
Fui ajudar um amigo a escolher roupa que lhe ficasse bem. Ele é daqueles desastres amorosos, um Einstein sem jeito para a imagem. Dei-lhe uma mãozinha e acabei por comprar também umas peças.
Agora, ao som de Air, experimento as minhas novas aquisições: uma saia azul e um vestido branco com um padrão giríssimo, que não faz de mim nem uma hippie nem uma simples transeunte. Gosto tanto da Primavera-Verão, que fora o calor da cidade (quando se está na praia já é outra coisa), me permite usar saias bonitas e vestidos favorecedores. É tão bom ser-se mulher, quando se tira proveito das belas linhas femininas que uma mulher pode ter...
Sem comentários:
Enviar um comentário