quinta-feira, 26 de maio de 2011

O sopro da tua voz

Ouvi essa voz
Com tanto para me contar
Escrevo poesia, prosa por mim
Hoje escrevo-a para ti

Na minha voz há insegurança,
Histórias que não sei se quero contar
Devo, não devo
Dúvidas

Tenho medo que me vejas
Que transparente como sou
Me leias, me desnudes
Saibas tudo que o guardo só para mim

Se me tocares conhecerás
Tudo de mim
O calor que me enche, a frieza que me preenche
E aquela saudade que toda a mulher tem

A saudade que há em mim
Pela tua voz
Pelo teu toque
Por ti

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