
Sabes, apetecia-me dançar um slow contigo.
Sim, eu sei que não és o maior fã de dançar. Mas não custava nada. Era só agarrares a minha cintura and go with the flow.
Já te disse mil vezes que tens um sorriso expressivo. Estonteante. Lindo. As rugas que fazes quando sorris são deliciosas. E os teus olhos? Estás sempre a escondê-los, nem sei bem porquê.
Estou sentada na sala. Lembras-te do que fizemos aqui? Sim? Fecha os olhos e lembra-te dessas doces memórias. E lembra-te também de rodopiarmos na areia. De pouparmos água com duches partilhados. Lembra-te disso tudo.
Disseste-me algumas vezes que és bipolar. Não somos todos? Uns mais, outros menos. Chama-se a isso sentir. É isso que nos faz sentir vivos. Que nos faz amar, querer, saborear, chorar, sofrer, sorrir, gritar (que amamos alguém, p.ex.)...etc.
É Natal. E no Natal dizem-se as verdades. Partilha-se o que vai no coração. Partilham-se sorrisos. Eu, gostaria de partilhar contigo que TE AMO. Que no momento em que te escolhi, fi-lo para sempre. Com os teus defeitos e virtudes. E que estarei aqui até me largares a mão.
Portanto cuida de mim, que eu cuidarei de ti. Porque te quero. Porque te amo. Porque me amas também.
Dica: tenta perceber porque te chamo Thèo. Tudo no mundo tem um significado. Tu também tens para mim.
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