terça-feira, 4 de setembro de 2012

Waves

Há momentos da nossa vida que ficam.
O que passei com o Thèo ficará para sempre. Moldou quem sou, quem quero ser, quem preciso de ser.
Tive um verão agitado. Chateei-me com o Will. Chegámos a um ponto de ruptura e não sei se algo poderá ser salvo, embora espere um bocado que sim.
Conheci pessoas novas, que me ensinaram um pouco sobre os prazeres da vida, mas também sobre mim própria.
A Di foi um acaso engraçado, que aconteceu e levou a muitas aventuras. Tornou-se uma boa companheira de aventuras e tem-se provado alguém com maturidade para me entender e nos divertirmos, aproveitando a idade, que afinal de contas temos.

O grupo maravilha, o Z., o A., o S., a M. e a C. lembraram-me o que é dançar non-stop e porque sempre gostei dos nortenhos.

Mas o fim de um mês de bons momentos, tem trazido alguma inquietação.
Por vezes as pessoas marcam-me demasiado. E fico - lembro-me sempre da música da Madonna quando penso nisto, o que é uma estupidez - hung up.
Aconteceu-me e não sei lidar bem com isso. Para além da resolução da situação com o Thèo. E de ter saudades do J.

Estou completamente perdida, estilo barco à deriva nas enormes ondas do mar. Aguardo por coisas que não me fazem bem - Sou uma sonhadora, tal como John Lennon - e pago caro por isso.

Mas o tempo cura as feridas, as dúvidas e responde às perguntas que nos perseguem a mente. É o que espero que aconteça. De preferência em breve.

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