Primeiro pela mão do Will, que foi dar-me bons conselhos, depois pela minha avó, que revelou uma faceta que nem sempre vejo.
Igualmente bem foi ter o G. a perguntar-me onde podia encontrar-me. Vir ter comigo. Esperar por mim. Dar-me a mão. Foi fantástico porque era exactamente o que precisava.
Como cereja no topo do bolo, a melhorar um dia mau, fomos beber um copo e momentos depois, um casal amigo apareceu de surpresa. Foi divertido e adorei vê-los a trocar histórias.
Ao fim de um par de horas, o metro estava próximo de fechar portanto despedimo-nos dos nossos amigos e fizemos o nosso percurso até ao metro. Pelo caminho andámos de mão dada, demos aqueles beijos intensos que dão cabo de mim e na viagem sussurrámos tudo aquilo que poderíamos estar a fazer um ao outro.
A noite foi óptima mas hoje acordei com um pensamento assustador: e se depois de algum sexo, não houver nada de novo? E se ele não se apaixonar? Será que sábado passado marcou o principio do fim?
É que eu não quero que isto acabe. É divertido, apaixonante, desafiante, puxa pela minha criatividade e pela força da natureza que vive em mim. Mas será que eu chego para ele?
E sim, já sei que estou a pensar demais. Overthinker, como sempre. Mas desta vez tenho uma boa razão: ele gosta de mim. E eu gosto mesmo dele.
Estarei eu a hiperventilar? Sem dúvida. Vai resultar? Espero que sim, mas a verdade só o tempo dirá.
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