quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Say my name, say my name

Já não penso tanto no G. Talvez por ele se estar a comportar como uma criança, como se nós nunca tivéssemos sido próximos, fiquei sem paciência para correr atrás dele. E quando falo de correr, falo de tentar ser amiga. Se não me procura, eu não o quero por perto. 

Quanto ao Llermo, isto tem sido, nas próprias palavras dele, uma vertigem. Mas não é mau. Só é mau quando ele se preocupa com o que me poderá dar. Gosto dele. Mesmo. Mas não é preciso apressar nada. Quando ele se sentir confortável, quando ele precisar de mim, quando me quiser chamar outra coisa que não amiga, estarei pronta. Mas nada de pressas. Não valem a pena. E nisto, fala a voz da experiência. Esperar menos, que quando os astros têm de se alinhar, alinham. :)

Sem comentários:

Enviar um comentário