Uma vida em que os teus amigos me são queridos e Vice-versa.
Em que não precisamos de estar colados para que se veja que somos loucos um pelo outro.
Que existem dias nos quais não é preciso despirmo-nos para fazermos amor, simplesmente deitados numa cama, com a tua cabeça no meu peito, aninhado, ou a minha no teu.
Aquela ligação que nos leva a fazermos exactamente o mesmo sem combinarmos.
Que se manifesta quando passeamos.
Quando absorvemos o sol juntos, de mão dada.
E bastar que um olhar transpire a vontade que ambos temos de estarmos entrelaçados.
De passarmos horas a concretizar tudo o que sonhámos no/a nosso/a homem/mulher de sonho.
O sonho que se tornou realidade.
Embora por vezes eu questione.
Se o amor que me dás é real.
Real a tua mão a acariciar-me a cara.
Os teus dedos encruzilhados com os meus.
Mas é real. Tão real que assusta.
E por assustar, perdoa-me.
Que não quero abdicar de algo tão bom.
Louco. Definitivo. Fabuloso.
Amo-te porra.
Faltam 3 minutos e precisei de escrever isto. Agora preciso de saber de ti. Onde estás? Estás bem?
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