As coisas com o sr. professor têm corrido às mil maravilhas, não obstante existirem algumas arestas a limar. Coisas a que não estou habituada e que me dão um certo receio.
Ontem apercebi-me de algo importantíssimo: tenho de me entregar menos. Não que ele não mereça, mas se assim não for, vou desgastar. Vamo-nos desgastar. E é bom demais para eu querer que isso aconteça.
Sinceramente, nunca conheci um homem assim. É muito muito semelhante ao meu sonho de homem. Trata-me bem, cuida de mim e vê-se que é louco por mim. Será o suficiente para durar? Só o tempo o dirá.
Por falar em tempo, tem estado uma chuva desagradável. Combina perfeitamente com o mau feitio do meu pai, que me tem levado quase à loucura. Por vezes, a situação é tão desagradável que só me apetece chorar. E como não consigo ficar calada, a situação frequentemente escala. E o pior é que ele agora decidiu fazer uma birra de menino mimado e deixou de me falar. Enfim.
Igualmente desconfortável, foi deixar o Thèo de vez. Nunca o quis magoar, embora o tenha feito.
E ainda que inicialmente o discurso dele tenha apontado a possibilidade de ficarmos amigos, ele deixou de me falar. É extremamente triste pensar que chegámos a este ponto. Com tantos altos, milhões de baixos, promessas de amor incondicional e ausência de resposta. Ausência de comunicação.
Finalmente, mulher, parabéns! Parece que o mundo não é assim tão injusto. Bem que já merecias. Estou tão feliz por ti. ;)
ResponderEliminarSó não percebo muito bem isso de teres que te entregar menos. Se ele é realmente the real deal, como é que isso funciona? Tipo pinga-pinga? Isso pra mim é uma torneira que veda mal.
Mas não te preocupes que esse saldo é normal. Ganhas um homem e há dois que deixam de te falar. É da crise.
Fora de brincadeira, o Thèo é pena. Mas nem toda a gente resiste, e eu sempre te disse que aí ainda havia gato. De qualquer maneira "Everything is ok in the end. If its not ok, its not the end".
"ESTOU TÃO FELIZ POR TIII! *Flop*"
ResponderEliminarAgora a sério, a história do real deal é muito bonita. Mas a vida tira-me sempre as coisas boas. Pelo menos assim tem sido. Quando estou miserável e infeliz, culpo a vida por não me dar algo de bom. Mas quando estou radiante, tende a ser sol de pouca dura. E isso cria em mim um medo ridículo. O medo de viver.
ResponderEliminarO meu melhor amigo acabou de me chamar totó. Diz que eu estou parva. Que eu tenho é que aproveitar enquanto dure. Falar é fácil.
Quanto ao Thèo, epá é chato. E não estava bem à espera que ele voltasse aos seus 19 anos e respectivas birras. Mas pronto.