Estar só sem se estar, literalmente, só.
Esperar-se um abraço, um carinho, qualquer coisa.
Ficando só a indiferença.
É o ultimo dia, a ultima noite. Já sei que vou voltar a estar só.
Ele está, sem estar.
Eu durmo, sem sonhar.
Gostava de poder corrigir o que fiz de mal. Só que eu não fiz nada. Nada. Nada que merecesse ser tratada como uma folha de acetato, leve, indistinguivel e indiferente. Fodasse, no limite até fiz tudo para que coisas assim não acontecessem.
Mas acontecem.
É suposto eu fechar os olhos? É suposto adormecer com vontade de chorar, mas suprimir as lágrimas porque não fazem diferença?
Está solidão não passa. Eu bem tento. Mas não passa. Não sem ti.
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