sábado, 24 de julho de 2010

Confissões

Entrei de férias e uma semana depois de sol e mar quero espiar os meus pecados.
Ando a comer gelado intensamente para substituir a ausência do Thèo, que de resto anda a provar as minhas teorias acerca da personalidade dele e da nossa relação.

Voltei há pouco das compras com 3 caixas (x24) de Mini's. Não. Nesta casa não se bebe assim tanta cerveja. Mas a varanda está em obras de remodelação e há que matar a sede aos trabalhadores.

Para a semana volto a Lisboa cheia de energia (espero), porque tenho uma formação a preparar, na qual também serei uma participante, que me exigirá alguma atenção na primeira semana de Agosto.

Pelo meio terei de resolver algumas dúvidas em relação ao Thèo. Em relação às minhas prioridades e ao que quero de mim mesma e da minha vida.
Nada tem andado fácil. A vontade do coração e suas certezas começam a ser toldadas pela razão. Entre a certeza de querer estar com alguém que nos ama, surge a incerteza se para sermos amados por quem amamos temos de estar sozinhos nos momentos mais difíceis ou importantes da nossa vida porque a outra pessoa simplesmente não se quer envolver.

Confesso: não sei nada sobre relações. Não sei se devo acabar sem saber se está acabado, se a pessoa pode mudar por mim, ou se devo esperar quando outras oportunidades passam por mim.
Só sei que a mente batalha a vontade do coração e que isso custa sempre. Porque a curto e a médio prazo há sempre uma que perde. Será a razão ou o coração?

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