Lembras-te certamente do teu colega, o tal que se começou a esticar um pouco demais comigo. Está foi a resposta que lhe dei.
Isto vem a propósito do seguinte: eu não dou trela a conversas de homens sobre sexo. A não ser que sejam amigos daqueles que comem há anos à minha mesa - como o Will ou o Matos; que eu esteja a dormir com a pessoa e portanto é todo um outro à vontade; que eu planeie dormir com a pessoa em breve, ou seja, contexto flirt; que seja um ex-namorado com o qual não há awkwardness. Mas tudo isto com um bom nível de respeito.
Por isso é que me faz confusão está conversa do Daniel. Porque falar de sexo ou falar do meu relacionamento contigo em pormenor, é algo íntimo. E eu não quero isso. E dai ele não me chamar querida ou mor. Até porque se me chamasse, eu faria este apontamento.
Aparentemente a tua tentativa de engate continua por aí. A conversar contigo. (Sim, porque se estivesse nas tintas para ti não te chamaria "mor"). Até tem o teu número. Sabe-se lá porque é que te tenta ligar. (O D. Não tem. E não terá).
Eu desliguei a ficha. Quando o João Paulo se esticou, mandei-o parar, caso contrário nunca mais lhe dirigia palavra. E ele percebeu e parou. Nunca mais procurei aquele que se casou. Nunca mais dei aso aos engates passados nem aos que podiam ter acontecido. Ninguém me chama mor, ou querida. A não ser que seja, lá está, um amigo daqueles do peito. Como a Carol é para ti.
Mas sabe bem receber essa atenção não é? Massaja o ego. Até um dia dar merda.
Conselho de amiga: tem cuidado. Não pises minas sem necessidade.
(Ah sim, chama-me ciumenta se quiseres. Vou fazer de conta que é anormal estar incomodada porque o engate que tentaste fazer antes de mim afinal agora já te acha super mega interessante e já te chama "mor", o qual tu reages com...nada.)

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